1Sm 2.27-36 – Verdade ou Desafio?

1Sm 2.27-36 – Verdade ou Desafio?

Continuando nossa série Coração e Oração, hoje encontraremos Samuel ainda como um jovem que serve na estrutura do templo em Siló sob Eli, o sacerdote. Na semana passada, presenciamos Eli repreendendo seus filhos por seus erros no templo. Nesta semana, presenciaremos Deus repreendendo Eli. Deus enviou um homem de Deus, um profeta, para confrontar Eli com a verdade sobre o pecado em sua própria vida e as consequências que viriam. (Leia 1 Samuel 2:27-36)

Verdade ou desafio.

Essa é uma passagem de julgamento nas Escrituras, o que torna difícil de ser abordada. Com certeza, foi uma mensagem difícil para esse homem de Deus transmitir a Eli.

Às vezes, a verdade é dolorosa, e preferimos suavizá-la ou diluí-la em vez de entregá-la completamente. No entanto, não nos ajudamos uns aos outros quando escondemos ou ocultamos a verdade.

Havia pecado na vida de Eli que ele deixou sem resolver. Então, Deus abordou o pecado por meio do profeta. Ele enviou o profeta para revelar a Eli a verdade sobre suas ações e as consequências que seguiriam.

Ao ouvirmos essa repreensão a Eli, podemos extrair algumas lições valiosas para nossas próprias vidas também.

Somos responsáveis pelos dons de Deus (vs. 27-29)

A primeira lição é simplesmente essa. Somos responsáveis pelos dons de Deus. Deus concedeu a você certos dons na vida? Ele lhe deu família, trabalho, posição, recursos, habilidades?

Então, Deus espera que você utilize esses dons para Sua glória. Somos responsáveis perante Deus pela maneira como usamos os dons que Ele nos deu.

A. Os privilégios de Eli (vs. 27-28)

Podemos observar isso na vida de Eli. Veja os versículos 27-28:

Um homem de Deus aproximou-se de Eli e disse: “Assim diz o Senhor: Eu me revelei claramente à casa de teu pai, quando eles estavam no Egito sob o faraó. Eu escolhi a família de teu pai dentre todas as tribos de Israel para ser Meu sacerdote, para subir ao Meu altar, para queimar incenso e para usar o éfode perante Mim. Também dei à casa de teu pai todas as ofertas queimadas dos filhos de Israel. (1 Samuel 2:27-28)”

Eli recebeu diversos privilégios de Deus. Em primeiro lugar, Deus escolheu sua família para servir ao povo de Israel como sacerdotes. Isso remonta ao tempo em que Deus chamou Moisés e Arão para libertar o povo de Israel da escravidão no Egito. Arão foi o primeiro sumo sacerdote, e seus descendentes serviram como sacerdotes após ele. Como sacerdotes, Eli e sua família tiveram o privilégio de subir ao altar de Deus e oferecer sacrifícios em nome do povo de Deus. Também tiveram o privilégio de queimar incenso. Todos os dias, os sacerdotes queimavam incenso em um altar especial localizado em frente à cortina que protegia o caminho para a Arca da Aliança.

Eli também teve o privilégio de usar o éfode na presença de Deus. Esse éfode não era o mesmo que a vestimenta de linho que Samuel usava quando ministrava no templo. Era o éfode especial descrito em Êxodo 28, usado apenas pelo sumo sacerdote. Era feito de ouro, fios azuis, roxos e escarlates, e linho finamente retorcido. O peitoral continha doze pedras preciosas, cada uma gravada com o nome de uma das doze tribos de Israel. O peitoral também continha o Urim e o Tumim, usados para consultar o Senhor ao tomar decisões. Era um grande privilégio vestir o éfode e interceder pelo povo de Deus.

Por fim, Eli e sua família compartilhavam das ofertas feitas pelo fogo. Deus providenciou para que o sacerdote e sua família desfrutassem de porções da carne oferecida como sacrifício. No entanto, como vimos na semana passada, os filhos de Eli abusaram desse privilégio. Eles tomaram porções extras das ofertas do povo, inclusive da porção destinada ao Senhor.

B. O pecado de Eli (vs. 29)

Assim, esse homem de Deus começa a repreensão a Eli destacando, em primeiro lugar, os muitos privilégios que Eli desfrutava. Em seguida, ele aponta o pecado de Eli. Veja o versículo 29:

“Por que pisais aos pés os meus sacrifícios e as minhas ofertas de manjares, que ordenei se me fizessem na minha morada? E, tu, por que honras a teus filhos mais do que a mim, para tu e eles vos engordardes das melhores de todas as ofertas do meu povo de Israel?” (1 Samuel 2:29)

O pecado de Eli foi duplo. Primeiro, ele desprezou o sacrifício e a oferta de Deus. A palavra traduzida como “desprezar” aqui significa literalmente “chutar algo”. No Brasil, há uma expressão corriqueira que é usado em términos de namoro. Nós dizemos: “Xi, ela tomou um chute do seu namorado!” Pois bem, quando dizemos isso estamos querendo demonstrar que tal pessoa foi desprezada ou desrespeitada.

Neste sentido, é como se Deus dissesse a Eli: “Por que você chuta Meu sacrifício e Minha oferta?” Isso se refere ao que os filhos de Eli estavam fazendo com os sacrifícios, tomando mais do que lhes era devido e até mesmo tomando a parte que pertencia a Deus. E aparentemente, Eli também não era inocente nessa situação. Observe que o homem de Deus inclui Eli quando diz que Eli e seus filhos engordavam-se com as melhores partes das ofertas. Eli não foi quem tomou a carne à força das pessoas, mas ele também comeu da carne que seus filhos trouxeram de volta.

Ao fazer isso, Eli pecou de uma segunda maneira. Ele honrou seus filhos acima de Deus. Eli sabia o que seus filhos estavam fazendo. Ele sabia sobre os sacrifícios. Ele sabia como intimidavam e ameaçavam as pessoas. Ele sabia que estavam envolvidos em condutas inapropriadas com as mulheres que serviam na Tenda. No entanto, ele não impediu suas ações nem os afastou do serviço sacerdotal. Ele honrou seus filhos acima de Deus, o que é uma violação direta do primeiro mandamento.

Todos nós somos responsáveis pelos dons (privilégios) que Deus nos deu. Talvez não tenhamos os mesmos privilégios elevados que Eli teve como sumo sacerdote, mas todos nós recebemos dons de Deus. Tudo o que temos de bom vem Dele.

Estamos utilizando esses dons para honrá-Lo, glorificá-Lo e servi-Lo? Se não, também estamos pecando contra Deus. Em muitos aspectos, quanto maiores os dons, maior é o pecado e maior é o julgamento quando não os usamos para a glória de Deus.

Jesus disse: “Àquele a quem muito foi dado, muito será exigido; e a quem muito foi confiado, muito mais será pedido.” (Lucas 12:48) O pecado de Eli certamente foi maior porque ele recebeu tanto. Essa é a primeira lição que aprendemos com essa passagem. Somos responsáveis pelos dons de Deus.

II. Semeamos o que colhemos (vs. 30-34)

Uma segunda lição que extraímos dessa passagem é que semeamos o que colhemos. Esse princípio se repete em outras partes da Bíblia e é conhecido como lei da semeadura. Se cultivarmos coisas positivas em nossas vidas, colheremos resultados positivos. Se plantarmos coisas negativas, colheremos resultados negativos.

a. A importância da sua atitude em relação a Deus (30)

Nesta passagem, a lei da semeadura é especialmente aplicada à nossa atitude em relação a Deus. A forma como nos relacionamos com Deus é crucial. Vejamos o versículo 30:

“Portanto, o Senhor, o Deus de Israel, declara: ‘Prometi que a tua casa e a casa de teu pai ministrariam diante de mim para sempre’. Mas agora o SENHOR declara: ‘Longe de mim! Aqueles que me honrarem eu honrarei, mas aqueles que me desprezarem serão desprezados” (1 Samuel 2:30).

Deus havia prometido que os descendentes de Arão serviriam como sacerdotes diante Dele para sempre. No entanto, essa promessa foi revogada devido à desonra que Eli trouxe sobre Deus. Deus honra aqueles que O honram, mas despreza aqueles que O desprezam.

Você traz honra a Deus com a sua vida ou O desonra? Não estou perguntando se você é perfeito, pois ninguém o é. Todos nós cometemos erros e pecamos. Mas quando você peca, confessa o seu pecado a Deus? Você se afasta dele e pede ajuda para ser mais forte da próxima vez? Você se esforça para viver de uma maneira que glorifique a Deus e Jesus Cristo? Deus honra aqueles que O honram, mas despreza aqueles que O desprezam. Lembre-se de que você colhe o que semeia.

B. O julgamento de Deus pode ser rigoroso (vs. 31-34)

Também é importante reconhecer que o julgamento de Deus pode ser rigoroso. No caso de Eli, isso afetou até mesmo seus descendentes.

Primeiramente, seus descendentes morreriam jovens. Vejamos os versículos 31-33:

“Eis que vêm dias em que cortarei o teu braço e o braço da casa de teu pai, para que nenhum anciano haja em tua casa. Verás aperto na morada, em tudo o que de bom se fizer a Israel; e nunca haverá ancião em tua casa. O varão de quem eu não me cortar, este será para teus olhos por praga e por pesar, e todos os demais de tua casa morrerão pela espada dos homens” (1 Samuel 2:31-33, ARA).

Parte do julgamento divino sobre Eli era que todos os seus descendentes morreriam jovens, em plena juventude.

Não temos todos os detalhes históricos sobre o destino de cada um dos descendentes de Eli, mas sabemos que essa profecia se cumpriu de maneira dramática mais adiante, no livro de 1 Samuel. O filho de Eli, Finéias, teve um filho chamado Aitube, que, por sua vez, teve um filho chamado Aimeleque. Assim, Aimeleque era bisneto de Eli. Aimeleque foi sacerdote durante o reinado do rei Saul. Quando Davi estava fugindo de Saul, Aimeleque forneceu comida e suprimentos a Davi e seus homens (1 Samuel 21). Em consequência disso, Saul matou oitenta e cinco sacerdotes sob o comando de Aimeleque. Aimeleque e todos os seus filhos morreram nesse massacre, exceto um que conseguiu escapar (1 Samuel 22:16-20).

Embora esses eventos tenham ocorrido no futuro, a segunda parte do julgamento de Deus sobre Eli foi cumprida de maneira mais imediata: seus dois filhos morreriam juntos, como um sinal. Vejamos o versículo 34: “E isto te será por sinal, a saber: o que sobrevirá a teus dois filhos, a Hofni e a Finéias; ambos morrerão no mesmo dia” (1 Samuel 2:34, ARA).

Já havíamos aprendido, na passagem da semana anterior, que Hofni e Finéias sofreriam severa punição por causa de seus pecados. Portanto, já sabíamos que eles morreriam. Agora, somos informados de que ambos morreriam no mesmo dia, o que seria um sinal para Eli de que seus futuros descendentes também seriam eliminados e que o julgamento divino era inevitável.

Neste episódio, constatamos com clareza que colhemos o que semeamos (cf. Gl 6:7-8). Você pode até “se safar” do pecado por um tempo, mas é apenas uma questão de tempo até que as consequências de seus pecados o alcancem. Deus honra aqueles que O honram, mas despreza aqueles que O desprezam. O julgamento divino pelo pecado pode ser rigoroso. Cada um colhe de acordo com o que semeia.

III. Podemos perder a bênção de Deus (vs. 35-36)

A. Deus pode cumprir seus propósitos sem você (35)

E a última lição que podemos extrair dessa passagem é que, se não honrarmos a Deus, corremos o risco de perder Sua bênção.

Deus deseja nos usar para cumprir Seus propósitos e planos neste mundo, mas sabem de uma coisa? Deus pode cumprir Seus propósitos sem você – e sem mim também. Vejamos o versículo 35:

“Levantarei para mim um sacerdote fiel, que fará segundo o que está em meu coração e em minha mente; e edificarei para ele uma casa firme, e andará sempre diante do meu ungido” (1 Samuel 2:35, ARA).

Eli e seus filhos não se mostraram sacerdotes fiéis. No entanto, isso não impediria os planos de Deus. Ele levantaria um sacerdote fiel que O serviria de todo coração. Então, quem é esse sacerdote fiel? À primeira vista, poderíamos pensar que é Samuel. Certamente, Samuel é o único que desfruta do favor de Deus em Siló nesse momento. Mas, embora Samuel desempenhe alguns papéis sacerdotais, ele atua mais como profeta e juiz do que como sacerdote. Então, se não é Samuel, quem seria? Precisamos analisar um pouco mais antes de identificarmos esse sacerdote fiel.

O último sacerdote remanescente da linhagem de Eli foi um homem chamado Abiatar. Lembram-se do massacre dos sacerdotes por Saul, onde apenas um dos filhos de Aimeleque escapou? Esse filho era Abiatar.

Ele serviu a Davi durante a maior parte de sua vida, mas, no final, ele se rebelou contra Davi e participou de uma revolta contra o filho de Davi, Salomão. Em 1 Reis 2:17, lemos que “Salomão removeu Abiatar do sacerdócio do SENHOR, para que se cumprisse a palavra que o SENHOR tinha dito acerca da casa de Eli em Siló” (1 Reis 2:27, ARA).

Nesse momento, uma nova linhagem de sacerdotes foi estabelecida por meio de um homem chamado Zadoque. Portanto, Zadoque é provavelmente o sacerdote fiel mencionado aqui em 1 Samuel 2.

É claro que essa profecia é finalmente cumprida em Jesus Cristo, o fiel profeta, sacerdote e rei, o Messias enviado por Deus. Deus cumpriria Seu plano com ou sem a ajuda de Eli. Isso não importava. Por vezes, deixamos nosso orgulho nos convencer de que somos indispensáveis, mas a verdade é que Deus pode cumprir Seus propósitos sem você ou sem mim.

B. Deus pode abençoar outra pessoa (36)

Além disso, Deus pode conceder Sua bênção a outra pessoa. Vejamos o versículo 36:

“E acontecerá que todo o restante de tua casa virá a inclinar-se diante dele, por uma moeda de prata e um pedaço de pão, e dirá: Peço-te que me admitas a algum ministério sacerdotal, para que possa comer um bocado de pão” (1 Samuel 2:36, ARA).

Eli provavelmente pensava que ele e seus descendentes continuariam sendo sacerdotes e desfrutariam da bênção de Deus, independentemente das circunstâncias. No entanto, Deus não apenas levantaria um sacerdote fiel para Si, mas esse sacerdote substituiria a família de Eli. Nessa época, seus filhos estavam cometendo abusos e roubando comida do povo. No futuro, seus descendentes implorariam por comida à nova linhagem de sacerdotes.

A linhagem de Zadoque substituiria a linhagem de Eli, e a família de Eli basicamente desapareceria. Nenhuma pessoa, igreja ou organização pode presumir que possui a bênção de Deus. A menos que permaneçamos fiéis, Deus pode remover qualquer um de nós a qualquer momento. Por exemplo, Saul foi ungido como o primeiro rei de Israel, mas Deus o removeu devido à sua infidelidade. Os principais sacerdotes e fariseus no tempo de Jesus acreditavam que possuíam a bênção de Deus para sempre. No entanto, Jesus lhes disse: “Por isso, vos digo que o reino de Deus vos será tirado e será dado a um povo que produza os seus frutos” (Mateus 21:43, ARA). Mais tarde, no livro do Apocalipse, Jesus disse à igreja em Éfeso: “Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas” (Apocalipse 2:5, ARA).

A palavra de Deus para Eli serve como um lembrete sério para nós, como igreja, de que devemos permanecer fiéis a Deus para continuarmos sob Sua bênção. Deus tem um trabalho para nós como igreja, e nossa maior bênção como igreja é cumprir essa missão. Deus realizará Seu plano com ou sem nós. No entanto, se formos fiéis à tarefa, poderemos desfrutar da maravilhosa bênção de sermos usados por Deus para glorificá-Lo. Caso contrário, Deus sempre pode retirar essa bênção e concedê-la a outra pessoa. Portanto, essa é a lição final que podemos aprender com esta passagem: se desonrarmos a Deus, corremos o risco de perder a bênção de Deus em nossa vida.

CONCLUSÃO:

Esta passagem é desafiadora, tal como avisei no começo, mas é importante lembrar que, assim como em todas as passagens que tratam de julgamento, também precisamos considerar a perspectiva da graça de Deus. Ele é um Deus justo que julga o pecado, mas também é um Deus misericordioso que perdoa o pecado. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16). Mesmo em meio ao julgamento, Deus ainda oferece a oportunidade de arrependimento e perdão. Que possamos reconhecer nossos pecados e nos voltar para Deus em arrependimento, sabendo que Ele é fiel e justo para nos perdoar e nos purificar de toda injustiça (1 João 1:9).

ORAÇÃO:

Senhor Deus, agradecemos pela Palavra que acabamos de ouvir e por nos ensinar através da história de Eli. Pedimos que nos ajude a honrá-Lo com nossas vidas e a sermos fiéis aos dons que nos deu. Capacita-nos a semear coisas positivas em nossa vida para que possamos colher resultados positivos. Ajuda-nos a ter uma atitude correta em relação a Ti e a buscar sempre a Tua bênção em nossa vida. Pedimos que nos ajude a permanecer fiéis à Tua missão para nós como igreja, para que possamos desfrutar da Tua maravilhosa bênção. Obrigado por ser um Deus misericordioso que perdoa o pecado e nos oferece a oportunidade de arrependimento e perdão. Em nome de Jesus Cristo, amém.

Escrito Por Diego Gonçalves e pregado na Igreja DaeHan em 9/7/23


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Diego Gonçalves

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Diego Souza

Sou ministro na Igreja Holiness e amo escrever. Graduando em Letras pela UNIVESP, com Bacharel em Teologia pela UMESP e com pós em Novo Testamento pela EST, neste blog compartilho meus pensamentos sobre a vida cristã e o cotidiano, buscando conectar a fé com o dia a dia.