Mt 2. 13-18 – Quando Fugir é a única solução!

Mt 2. 13-18 – Quando Fugir é a única solução!

Nós estamos estudando e aprendendo sobre a história do nascimento de Cristo através dos capítulos iniciais do evangelho de Mateus. Até agora, a história tem sido só alegria. Um jovem casal de noivos se casam, um filho nasce, os Magos trazem presentes e a profecia é cumprida. Mas como nem tudo são flores, na passagem de hoje, a história fica azeda. Vamos ler Mateus 2. 13-18:

“13 Depois que os sábios partiram, um anjo do Senhor apareceu a José em sonho. “Levante-se”, disse o anjo. “Fuja para o Egito com o menino e sua mãe. Fique lá até eu lhe dizer que volte, pois Herodes vai procurar o menino a fim de matá-lo.” 14 Naquela mesma noite, José se levantou e partiu com o menino e Maria, sua mãe, para o Egito, 15 onde ficaram até a morte de Herodes. Cumpriu-se, assim, o que o Senhor tinha dito por meio do profeta: “Do Egito chamei meu filho”. 16 Quando Herodes se deu conta de que os sábios o haviam enganado, ficou furioso. Enviou soldados para matar todos os meninos de dois anos para baixo em Belém e seus arredores, tomando por base o relato dos sábios acerca da primeira aparição da estrela. 17 Com isso, cumpriu-se o que foi dito por meio do profeta Jeremias: 18 “Ouviu-se um clamor em Ramá, choro e grande lamentação. Raquel chora por seus filhos e se recusa a ser consolada, pois eles já não existem”. (Mateus 2:13-18, NVT)

Há pouco mais de um mês, estávamos celebrando o Natal. E talvez aquela seja a época mais maravilhosa do ano! E com razão. É uma época alegre. E é para ser, pois a alegria faz parte da história.

O anjo disse aos pastores: “Não tenham medo! Trago boas notícias, que darão grande alegria a todo o povo. Hoje em Belém, a cidade de Davi, nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor!” (Lucas 2:10-11, NVT) Entretanto, a história do nascimento de Jesus não é apenas sobre alegria e admiração. Há elementos de tristeza nela também. Na passagem de hoje, é de partir o coração ler o massacre dos inocentes em Belém. Se você não sabe, o calendário litúrgico da igreja rememora esse episódio fatídico tradicionalmente no dia 28 de dezembro. E essa visão histórica da igreja, traz pra gente um lembrete gritante de que, embora o Natal seja um momento de alegria e paz, para muitos também é um momento de tristeza e lágrimas.

Lembro-me de que um de meus padrinhos de casamento, presenciou o falecimento súbito de seu avô na mesa de Natal. E eu me recordo que ele dizia que em toda véspera de Natal, ele entrava no seu quarto e só saía de lá no dia 26 de dezembro.” E a verdade por trás dessa experiência triste, é que vivemos em um mundo quebrado, e algumas datas festivas, tal como o Natal, por exemplo, podem em algum momento, ampliar essa perturbação em algumas pessoas.

I. Uma crise repentina (13)

– Isaías 53:3; Apocalipse 12:1-6; João 10:18

Agora, eu penso que o fato de experimentarmos tristezas e angústias em datas comemorativas se dá por causa de uma crise repentina na alma. Seja um acidente, doença, brigas, perda de emprego, morte de um ente querido… quando essas coisas acontecem próximo daquelas datas especiais pra gente, então parece somente ampliar a nossa dor.

José e Maria também experimentaram uma crise repentina no Natal. E aconteceu logo depois que os Magos saíram para voltar para sua terra. Veja o versículo 13:

Depois que os sábios partiram, um anjo do Senhor apareceu a José em sonho. “Levante-se”, disse o anjo. “Fuja para o Egito com o menino e sua mãe. Fique lá até eu lhe dizer que volte, pois Herodes vai procurar o menino a fim de matá-lo.” (Mateus 2:13, NVT)

Quando José e Maria foram dormir naquela noite, tudo estava bem. Eles já tinham conseguido se instalar em uma casinha em Belém. Eles já tinham um lindo bebê. Os Magos que vieram de longe, tinham acabado de adorar a criança lhe oferecendo presentes luxuosos e muito caros dignos de um rei. Tenho certeza de que, naquela noite, José e Maria foram para a cama dizendo: “Sem dúvida, este foi um dos melhores dias da nossa vida!” E então adormeceram com o sorriso estampado no rosto. Até que o anjo do Senhor aparece a José em sonho:

“José! José! Levanta agora! Pegue a criança e sua mãe e fuja correndo para o Egito! Herodes está vindo para matar o seu filho!”

O homem que dormia sorrindo, acorda em estado de choque! E em questão de minutos, uma crise se apodera daquela família feliz. José acordou a mamãe, embrulhou a criança no seu cobertorzinho de lã e no meio da noite saíram apressados fugindo para o Egito.

Uma das coisas mais preciosas que encontramos no estilo literário de Mateus, é que nesses versos ele enfatiza a humanidade de Jesus, e mais especialmente enfatiza seu desamparo e sua vulnerabilidade como um bebezinho indefeso. Jesus estava completamente dependente de seus pais terrenos nessa situação. E isso fazia parte dos sofrimentos de Cristo. Em Isaías 53:3, lemos que Jesus era “um homem de dores”, e Mateus nos mostra que Jesus foi um refugiado desde o nascimento.

O livro do Apocalipse retrata essa cena em termos gráficos. Em Apocalipse 12, uma mulher está grávida e prestes a dar à luz. Um dragão está diante da mulher pronta para devorar seu filho assim que ele nasce. Ela dá à luz um filho, um filho do sexo masculino, que é então arrebatado do dragão e salvo. Essa cena é uma imagem da batalha espiritual que vem ocorrendo desde o início dos tempos. Assim como vemos Caim assassinando Abel no livro de Gênesis. E vemos Faraó assassinando os meninos hebreus no Egito no livro de Êxodo. No livro de Mateus, vemos Herodes procurando tirar a vida de Jesus a todo custo. Satanás tentaria tirar a vida de Jesus repetidamente nos próximos anos, mas Jesus não morreria até que a hora estivesse certa. O próprio Jesus disse em João 10:18:

“Ninguém a tira (minha vida) de mim, mas eu mesmo a dou.” (João 10:18, NVT grifo meu)

O anjo veio a José em um sonho e o avisou sobre Herodes, e de repente toda a família foi jogada em crise. Eles se levantaram no meio da noite e fugiram para o Egito. N. T. Wright comenta: “A sombra da cruz cai sobre a história a partir deste momento. Jesus nasce com um preço na cabeça.” Às vezes experimentamos tristeza no Natal por causa de uma crise repentina. Mas precisamos lembrar que Deus trabalha mesmo nas crises de nossas vidas. Deus enviou Jesus ao Egito para protegê-lo, assim como ele enviou Jacó e sua família para lá para protegê-los muitos anos antes. Seus tempos estão nas mãos de Deus. Você pode confiar nele para ajudá-lo nas crises da vida.

II. Longe de casa (14-15)

– Oséias 11:1; Mateus 8:20

Outra maneira de experimentarmos tristeza em datas festivas é quando estamos longe de casa. Se você é estudante, ou o seu trabalho e outras circunstâncias te levaram para longe da família ou de casa, então algumas datas comemorativas podem se tornar um momento difícil pra você. Nosso texto diz que José e Maria também conheciam a dor de estar longe de casa. Olhe para os versículos 14-15:

Naquela mesma noite, José se levantou e partiu com o menino e Maria, sua mãe, para o Egito, onde ficaram até a morte de Herodes. Cumpriu-se, assim, o que o Senhor tinha dito por meio do profeta: “Do Egito chamei meu filho”. (Mateus 2:14-15, NVT)

Viajar de São Paulo até Vargem Grande Paulista dá mais ou menos 50 km. Uma pergunta: Você iria a pé pra lá, caso fosse necessário? Bem, de Nazaré até a cidade do Cairo no Egito (onde a tradição acredita que Jesus tenha vivido sua infância) dá mais ou menos 717 km a pé. E isso é só a viagem de ida… se eles precisassem voltar para casa em Nazaré, tinham que andar mais 717 km a pé a direção oposta. Isso significa percorrer a pé uma distância de 1.434 e mais ou menos gastarem 290h. Mas o problema não é só esse! José e sua família deveriam ficar no Egito por um período de tempo não determinado. Eles não deveriam sair do Egito até que Herodes tivesse morrido e o anjo lhes desse novas ordens de viagem. Eles não faziam ideia de quanto tempo isso levaria.

Mesmo assim eles se estabeleceram no Egito, na terra da escravidão e do opróbrio, longe da família e do lar. Entretanto, isso fazia parte do plano de Deus. Mateus diz que isso cumpria a Palavra que o Senhor havia dito através do profeta: “… do Egito chamei meu filho. (Oséias 11:1, NVT)

Mateus estava citando Oséias 11:1, que era uma menção histórica de Deus chamando Israel para fora do Egito, lá no livro de Êxodo. Mas agora, por meio de Mateus, aprendemos que Oséias 11:1 é menção histórica e palavra profética em uma só tacada. E ao longo de seu evangelho, Mateus traça alguns paralelos fascinantes entre Israel e Jesus. Ambos foram chamados de filho de Deus, ambos foram enviados ao Egito para proteção, ambos foram chamados do Egito no tempo de Deus. Mais uma vez, o plano de Deus é maior do que imaginamos. Deus poderia ter enviado Jesus para qualquer lugar, mas ele o enviou para o Egito para que a profecia em Oséias 11:1 pudesse ser cumprida. A propósito, esta é a primeira vez que lemos no Novo Testamento que Jesus é chamado de Filho de Deus.

Até aqui, no evangelho de Mateus, Jesus foi chamado de filho de Davi, filho de Abraão, Cristo, Salvador e Emanuel. Mas a partir de agora, podemos adicionar o mais sublime de todos esses títulos: “Jesus, o Filho de Deus”. E essa é a jogada de mestre de Mateus!

O fato de Jesus ter ido ao Egito para que se cumprisse a profecia de Oséias 11:1: “do Egito chamei meu filho.” É para que Jesus fosse apresentado como o Filho de Deus. E não apenas isso… olha o que Mateus faz:

Ele apresenta uma nova “Gênesis” – uma nova criação em Cristo na Genealogia do capítulo 1 do seu evangelho; mas também apresenta um novo “Êxodo” no capítulo 2 – uma nova libertação para o povo de Deus na pessoa de Jesus Cristo. E aplicação disso é o seguinte:

Você está longe de sua casa? Longe da sua família? Ou talvez, quem sabe, você esteja experimentando solidão nesse exato momento? Então saiba que Jesus que Jesus se identifica com você e sabe como você se sente. Ele mesmo disse uma vez:

“As raposas têm tocas onde morar e as aves têm ninhos, mas o Filho do Homem não tem sequer um lugar para recostar a cabeça”. (Mateus 8:20, NVT)

Jesus sabia como era estar longe de sua casa terrena e das coisas legais que se pode fazer por lá… Porém, mais ainda Jesus sabia como era estar longe de seu lar celestial. Por isso que a história do nascimento de Jesus é a história de Jesus deixando a sua casa no céu e vindo até o nosso mundo como um bebê. Jesus deixou seu Pai no céu para vir até nós. Portanto, Jesus sabe como é estar longe de casa. Mas Deus cuidou dele o tempo todo. O Pai o protegeu do genocídio de Herodes. O Senhor enviou aquela família para o Egito. Os presentes dos Magos provavelmente ajudaram a financiar as despesas. Ou seja, Deus proveu recursos antes que ocorressem a viagem deles. E o Senhor disse que eles deveriam ficar lá até a morte de Herodes. O que significa que Herodes morrerá, mas Jesus viverá.

A palavra traduzida “morte” é uma palavra que significa “está acabado!” “game-over”. Neste sentido, Herodes morreu, ficou pra trás, passou – mas Jesus está apenas começando! Jesus sabe como é estar longe de casa. Deus cuidou de Jesus, e ele também cuidará de você.

III. Perda indescritível (16-18)

– Jeremias 31:15-17; Mateus 5:4; Romanos 12:15

Mas existe uma terceira maneira de experimentarmos tristeza em datas comemorativas, e esta é provavelmente a mais difícil, é quando perdemos um ente querido. O Dia das Mães, Dia dos Pais, Aniversários e especialmente o Natal, são datas que guardam memórias especiais dos nossos entes queridos, e talvez por isso, sentimentos de perda são muito dolorosos em épocas como essas. Infelizmente, a própria história de Natal contém uma ocorrência de perda indescritível, a perda dos inocentes em Belém. Leia o versículo 16 comigo:

“Quando Herodes se deu conta de que os sábios o haviam enganado, ficou furioso. Enviou soldados para matar todos os meninos de dois anos para baixo em Belém e seus arredores, tomando por base o relato dos sábios acerca da primeira aparição da estrela.” (Mateus 2:16, NVT)

Lemos isso e nos perguntamos como um homem poderia ser tão cruel. Conforme vimos na aula passada, Herodes tinha uma reputação de crueldade e paranóia. E hoje eu quero contar um pouquinho da loucura e covardia desse homem. Quando Herodes chegou ao poder pela primeira vez, ele aboliu o Sinédrio (que era o legislativo e jurídico da época) e depois massacrou trezentos de seus próprios homens oficiais da corte. Mas não só isso. Ele assassinou a sua própria esposa, sua própria mãe, sua própria avó e seus dois cunhados.

Terrível? Mas não acaba por aqui. O rei Herodes assassinou três de seus próprios filhos, levando o Imperador César Augusto dizer que era mais seguro ser o porco de Herodes do que família de Herodes. O historiador Flávio Joséfo disse que Herodes “era um homem de grande barbárie para com todos os homens igualmente”. Em outras palavras, ele tratou a todos como escória e sujeira. Houve uma ocasião que ele determinou o dia em que cada pessoa de cada família em Jerusalém devesse ser executada por seus próprios familiares, de modo que, quando essas pessoas morressem, toda a nação ficasse de luto. Felizmente, esse pedido nunca foi realizado.

Por isso que não devemos nos surpreender ao vermos sua reação dos Magos não terem voltado para informa-lo da criança. Herodes pega a informação que ele aprendeu com os Magos, e dá ordens para matar todos os meninos que tinham dois anos ou menos, em Belém e nas proximidades dali. No entanto, isso não significa que Jesus tinha dois anos de idade. Na verdade, considerando a paranóia de Herodes, isso é muito improvável. O que podemos dizer é que Herodes não gostava de deixar nenhuma margem para erro.

Agora, observe que ele não mata apenas todos os meninos em Belém, mas também nas proximidades dali. Se Jesus tivesse dois anos, Herodes provavelmente teria matado todos os meninos com três anos ou menos! Não, isso significa que Jesus ainda era um bebê, talvez ainda menos de um ano, o que explicaria por que eles ainda estavam em Belém e ainda não haviam retornado a Nazaré.

Belém era uma cidade pequena. São cerca de 28.000 habitantes hoje, mas provavelmente havia apenas cerca de quatrocentas ou quinhentas pessoas vivendo lá na época de Jesus. Isso significa que haveria cerca de vinte meninos em Belém na época, mas também haveria os meninos nas áreas circundantes. De qualquer forma, vinte meninos significam quarenta pais enlutados, bem como irmãos e irmãs, avós, tias e tios, todos de luto juntos. Foi uma perda indescritível.

Uma das tristes verdades por trás da história do Nascimento de Jesus é que neste mundo somos confrontados na batalha contra o mal o tempo todo. O massacre dos inocentes que Herodes promoveu em Belém fazia parte desta batalha contra o mal. Warren Wiersbe escreve: “A vinda de Jesus a este mundo foi uma declaração de guerra.” A oposição de Satanás ao Senhor Jesus Cristo e sua Igreja continua na perseguição a cristãos em todo o mundo. Como Wiersbe também nos lembra, “As pessoas ainda morrem hoje por causa de Jesus.” E, no entanto, nada disso pega Deus desprevenido. Nada disso significa que Deus está derrotado. Longe disso. Mateus escreve nos versículos 17 e 18:

Com isso, cumpriu-se o que foi dito por meio do profeta Jeremias: “Ouviu-se um clamor em Ramá, choro e grande lamentação. Raquel chora por seus filhos e se recusa a ser consolada, pois eles já não existem”. (Mateus 2:17-18, NVT)

Mateus cita aqui de Jeremias 31 que falava do povo de Israel sendo levados cativos de Jerusalém para o exílio na Babilônia. A esposa de Jacó, Raquel, foi enterrada em Ramá na estrada para Belém, bem na fronteira entre os dois reinos. (Gen 35:16-20; 1 Sam 7:17, 10:2-4) Quando o povo de Israel foi exilado para a Babilônia, eles passaram por Ramá. E assim, tal como em Jeremias 31, encontramos Rachel chorando figurativamente por seus filhos enquanto eles estão sendo arrastados para o exílio. Entretanto, Mateus está querendo dizer algo mais aqui. Ele nos diz que Jeremias não só falou poeticamente sobre Raquel chorando no exílio. Ele também falou profeticamente sobre as mães de Belém chorando por seus filhos bebês.

Raquel representa simbolicamente todas as mães de Israel, e por isso, Mateus a vê chorando sobre os filhos perdidos de Belém. Observe no vs. 18 que Raquel se recusa a ser consolada. Com que frequência, quando estamos de luto, nos recusamos a ser consolados? Jesus disse: “Felizes os que choram, pois serão consolados.” (Mateus 5:4, NVT)

Há conforto disponível. Há um bálsamo em Gileade para todos aqueles que precisam do consolo do Senhor. E a verdade é que Deus nos consola em todas as nossas situações de tristezas, e ele faz isso para que lá na frente possamos confortar os outras pessoas que estarão atravessando seus tempos de angústia. Por isso, devemos receber o consolo do Senhor. Pois a passagem de Jeremias que Mateus cita, continua falando de esperança. Vamos ler Jeremias 31:16-17 diz:

“Agora, porém, assim diz o Senhor : “Não chore mais, pois eu a recompensarei por seu choro”, diz o Senhor . “Seus filhos voltarão da terra do inimigo. Há esperança para seu futuro”, diz o Senhor . “Seus filhos voltarão para sua terra. (Jeremias 31:16-17, NVT)

Talvez você esteja passando por um vale de lágrimas e dor. Se é o seu caso, eu preciso te lembrar do que o Senhor disse: “Há esperança para o seu futuro”. Há consolo no Senhor através do Espírito Santo, e há a esperança da ressurreição para aqueles que estão em Cristo. Jesus conhece e sabe o que você está passando. Ele não te abandonou.

Se lembre do que temos aprendido aqui: Jesus é o Emanuel, Deus conosco, e isso significa que ele realmente está conosco em todos os momentos, incluindo os nossos momentos de sofrimento e nossa dor. O Salmo 30:5 diz: “O choro pode durar toda a noite, mas a alegria vem com o amanhecer.” (Salmo 30:5b, NVT) Pode ser difícil vê-lo agora, mas há vida além da dor, há conforto e consolo de Deus pra você, e também há esperança para o seu futuro em Cristo.

CONCLUSÃO:

Esta passagem de Mateus é um bom lembrete para nós de que até mesmo datas festivas podem ser um momento de tristeza para muitas pessoas. Uma crise repentina, estar longe de casa ou a perda de entes queridos pode fazer esses dias difíceis. Que possamos estar sensíveis às necessidades dos outros e direciona-los para Deus, que nos oferece verdadeiro consolo e esperança. Romanos 12:15 nos diz: “Alegrem-se com os que se alegram e chorem com os que choram.” (Romanos 12:15, NVT) Eu encorajaria você a procurar maneiras práticas de alcançar as pessoas que estão sentindo tristeza por estes dias. Convide-os para sua casa. Convide-os para a igreja. Envie a eles um cartão confirmando seu cuidado. Deixe-os saber que você está orando por eles.

Que Deus possa te consolar nos seus momentos de tristeza. E que Deus te use para confortar os outros em suas tristezas enquanto você olha para o Senhor.

Por Diego Gonçalves


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Diego Souza

Sou ministro na Igreja Holiness e amo escrever. Graduando em Letras pela UNIVESP, com Bacharel em Teologia pela UMESP e com pós em Novo Testamento pela EST, neste blog compartilho meus pensamentos sobre a vida cristã e o cotidiano, buscando conectar a fé com o dia a dia.